O ensino da Língua Portuguesa ainda é um grande desafio a professores e também alunos, visto que a grande maioria dos jovens, especialmente no Ensino Médio, já interiorizaram dificuldades às vezes desnecessárias, à aprendizagem da nossa língua formal. Por isso, há um estigma de que atividades tradicionais relacionadas à disciplina são “gramatiqueiras” e também banalizadas.

O grande desafio é fazer com que o aluno aprenda os conteúdos da língua formal, tradicional gramática, de forma prazerosa e motivada. Faz-se necessário que o cotidiano de todas as práticas didáticas esteja embasado em planejamentos sólidos, com vias às diferentes maneiras de ensinar e concretizar a aprendizagem dos alunos.
Dinamizar as aulas é um caminho ao despertar do gosto pela aprendizagem da língua formal, como endossa as especialistas:

É inquestionável a responsabilidade da escola em contribuir para o desenvolvimento de habilidades, conhecimento e qualidades pessoais no jovem aluno, de forma a prepará-lo para lidar com as rápidas mudanças que estão por vir, além de engajá-lo positivamente nos processos de mudanças sociais e culturais neste mundo da globalização, bem como lhe fornecer uma base sobre a qual ele possa construir uma vida plena e construtiva. Para isso é necessário que o aluno esteja inserido em um ambiente escolar que valorize a criatividade e a excelência de desempenho. (Entrevista das professoras da UNB Dense de Souza Fleith e Eunice Maria L. Soriano de Alencar à revista Psicologia em Estudo, 2012)

Dessa forma, inserindo-se nesse contexto de educação de qualidade, sempre buscando favorecer a aprendizagem dos alunos, o professor Erisvânio Martins, de Língua Portuguesa e Produção Textual elaborou um jogo sobre os conteúdos concordância verbal e regência, desenvolvendo-o em sala de aula com alunos do 3º Ano do Ensino Médio. A aceitabilidade da aula dinâmica, bem como os objetivos de aprendizagem foi superada à expectativa do professor. Os alunos não apenas gostaram do jogo, ou seja da aula diversificada, como aprenderam um conteúdo gramatical tido como enfadonho e de difícil compreensão, de uma forma leve, contextualizada e interativa.
Ações como essa fazem parte da base de princípios da Escola João Paulo II, visto que são pilares que sustentam a concretização da aprendizagem dos alunos, e sucessivamente o sucesso de todos. Parabenizamos a iniciativa do professor e também os alunos, pela participação motivada no processo dinâmico da aula.

Francisca Nubia S. de Oliveira (Coordenadora Pedagógica)

 

 

  

aula-jp2 (5)

  aula-jp2 (4)

aula-jp2 (3)

 aula-jp2 (2)